Fundos de investimento o que são?

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fundos de investimento
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Os fundos de investimentos são uma maneira prática e acessível de diversificar suas aplicações e reduzir seus riscos. Uma única cota de um fundo – que muitas vezes pode ser adquirida a um custo reduzido como R$ 1000 – pode conter um mix de ações, debêntures, títulos públicos, CDBs e outras modalidades.

Um mix que, se fôssemos montar sozinhos, teríamos um custo imenso e daria um trabalhão: cada um dos itens teria sistemas tributários diferentes, análises distintas e riscos que devem ser calculados individualmente. Além de reduzir o seu trabalho, você tem a vantagem de ter um gestor profissional, a fim de garantir que esse mix de ativos tenha o melhor desempenho possível.


Existem fundos de renda fixa, fundos multimercado, fundos de ações e fundos cambiais.

Alguns fundos de renda fixa, podem enganar o investidor conservador inexperiente: se for um fundo alavancado, o seu risco aumenta bastante.

Daí a importância de uma boa orientação de seu agente e de se saber exatamente o que deseja de seu dinheiro.

Se preferir fazer essa escolha sozinho, pode analisar a lâmina do fundo – o prospecto do produto – e entender o nível de risco que ele oferece.

Mesmo entre fundos de ações existem aqueles mais arrojados e aqueles menos arrojados.

 

fundos-de-investimento
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Vantagens dos fundos de investimento

1 – O fato de terem uma equipa de gestão ativa, permite que o fundo possa comprar e vender ativos financeiros ajustados com o momento do mercado financeiro e, dessa forma, tentar obter melhor rentabilidade.
2 – Permitem aos investidores adquirir instrumentos financeiros de forma mais barata do que se fossem adquiridos diretamente no mercado financeiro.
3 – Permitem maior grau de diversificação (uma das boas práticas para o investimento).
4 – Antes da subscrição, o investidor conhece os custos de subscrição (tradicionalmente denominada comissão de subscrição), de resgate (comissão de resgate), os rácios e tipologia de ativos que irão constituir a carteira do fundo ao longo do tempo.
5 – De acordo com o risco e rentabilidade que o investidor pretende assumir, existem centenas de opções que se pode escolher, entre fundos geridos em Portugal e fundos estrangeiros.

6 – Em muitos casos, especialmente nos fundos geridos e comercializados pelas seguradoras (normalmente denominados unit linked) e nos fundos imobiliários, pode obter um regime fiscal mais favorável.

7 – Os pequenos investidores podem aceder a mercados e produtos financeiros que de uma forma direta não conseguiriam, atendendo aos montantes elevados que são necessários para investir diretamente.

Riscos associados aos fundos de investimento

1 – Quase todos os fundos de investimento não têm capital nem taxas garantidas.
2 – As rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.
3 – Com as potenciais desvalorizações dos ativos em carteira dos fundos mobiliários (obrigações, ações, ouro, petróleo, cambiais, entre outros) podem ocorrer desvalorizações e consequente perda do capital investido no fundo.
4 – Os fundos imobiliários, com perdas ou descidas de eventuais rendas que existam nos imóveis dos fundos ou com desvalorização dos preços dos imóveispodem implicar perdas de capital investido.
5 – Quando se dá ordem de resgate de parte ou da totalidade do investimento feito, não se conhece o valor de venda das up´s, uma vez que não é considerado o valor da up do dia, mas sim o do dia seguinte, ou outro dia que se encontre definido no regulamento de gestão do fundo.

Adicionalmente a esta informação, deverá saber que existem fundos de distribuição e fundos de capitalização, isto é, os fundos de distribuição têm uma determinada distribuição da rentabilidade obtida paga ao investidor em datas definidas, enquanto que os fundos de capitalização vão incorporando as mais ou menos valias no valor das up´s e o investidor só assegura algum retorno quando dá ordem de venda parcial ou total do investimento.

Outra informação que deverá conhecer na altura da tomada de decisão são as comissões do fundo:

1 – Comissão de subscrição – Custo que é cobrado para poder subscrever as up´s correspondentes ao investimento que pretende fazer, se houver (muitos Bancos e Sociedades Gestoras não cobram), esse custo é deduzido ao seu valor inicial de investimento.
2 – Comissão de resgate – Custo que é cobrado para resgatar o seu investimento. Especialmente em fundos fechados, esta comissão pode variar, de acordo com o tempo decorrido.
3 – Comissão de gestão – Custo que é diluído na rentabilidade anual do fundo e que serve para suportar os custos de gestão do fundo (equipa de gestão, compra e venda de ativos financeiros).

 

 

Visão

Aconselhamos a consulta a um intermediário financeiro devidamente credenciado, que o possa ajudar a verificar os prós e os contras do investimento, bem como os riscos e vantagens associados.

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